Estudante de medicina é alvo de operação da PF por suspeita de divulgar e vender ‘canetas emagrecedoras’ ilegais na Grande Curitiba
05/02/2026
(Foto: Reprodução) Venda de canetas emagrecedoras pela internet é alvo da PF
Uma estudante de medicina é investigada pela Polícia Federal (PF) por suspeita de divulgar e vender ilegalmente canetas emagrecedoras pela internet e redes sociais. Um mandado de busca e apreensão foi cumprido nesta quinta-feira (5) em Almirante Tamandaré, na Região Metropolitana de Curitiba (RMC).
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De acordo com a PF, a investigação começou após uma denúncia anônima que indicava a oferta e comercialização dos remédios de uso controlado, conhecido como "canetas emagrecedoras", sem prescrição médica e sem autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
Durante a investigação, a polícia identificou que a investigada estuda medicina no Paraguai e estava ligada à divulgação do medicamento nas redes sociais.
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De acordo com a polícia, foram reunidos indícios de que a estudante pode ter importado, guardado e comercializado medicamentos sem registro no órgão sanitário, crime que prevê pena de 10 a 15 anos de prisão por colocar a saúde pública em risco.
O mandado de busca e apreensão foi expedido pelo Juízo Federal da 9ª Vara Federal de Curitiba. O objetivo do cumprimento do mandado, segundo a PF, foi reunir mais provas sobre o caso.
O nome da estudante não foi divulgado.
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Cuidado com produtos sem garantia de procedência
A Polícia Federal alerta que medicamentos usados originalmente no tratamento de diabetes tipo 2 têm sido utilizados de forma indiscriminada para fins estéticos e de emagrecimento rápido, muitas vezes sem acompanhamento médico e fora das regras sanitárias.
"A Polícia Federal ressalta a importância de que a população esteja atenta aos riscos associados à aquisição de medicamentos por meios informais, especialmente por meio de redes sociais, sem prescrição médica e sem garantia de procedência. Produtos dessa natureza podem ser falsificados, armazenados de forma inadequada ou conter substâncias nocivas, acarretando sérios riscos à saúde", orienta a PF.
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